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Aqui serão publicadas matérias sobre diversos assuntos curiosos relacionados à web e ao mundo da tecnologia, que interessa aos desenvolvedores como a você que quer conhecer um pouco mais desse mundo tecnológico, vale a pena conferir.

Internet é a mídia campeã de crescimento publicitário

De acordo com o Projeto Inter-Meios, a mídia nacional registrou, nos primeiros dez meses deste ano, crescimento de 20,6% em relação ao mesmo período de 2009. De todas as mídias, a internet foi a que mais cresceu no país.

Os números do levantamento revelaram que a mídia digital bateu a marca de 28,8% de crescimento, levando uma fatia de R$ 933,7 milhões dos investimentos em publicidade. Esse número representa 4,4% do total de investimentos nas mídias.

A TV aberta continuou sendo a mídia que mais recebe investimentos (63,2% do montante). De janeiro a outubro, o meio ganhou R$ 13,4 bilhões, registrando crescimento de 25,7%. A TV por assinatura teve 3,8% de investimento publicitário, com o valor de R$ 804 milhões e crescimento de 26% em relação ao ano passado.

Cinema, revista e rádio, jornal e mídia exterior também registraram crescimento. A única mídia que registrou queda foi guias e listas.

Com informações de Adnews


Twitter lança site para orientar empresas

O Twitter lançou ontem um site com o objetivo de orientar as empresas a usá-lo de forma mais efetiva em termos de marketing.

Localizado no endereço business.twitter.com, o site possui três seções: aprenda o básico, otimize sua atividade e comece a anunciar.

O site será atualizado com casos de uso, dicas, ferramentas e recursos. Além disso, ele divulgará informações sobre recursos do microblog, como dicas para utilizar a web móvel para se comunicar com os consumidores e como compartilhar conteúdo na web.

A iniciativa pode ser seguida em @twitterbusiness.

Com informações de ReadWriteWeb


O Crescimento do Mercado de Compras Coletivas!

gr fico crescimento1 [Números] O Crescimento do Mercado de Compras Coletivas!Não é coincidência esta invasão de sites de compras coletivas que estamos presenciando. Mas depois de acompanhar as notícias sobre o mercado e, até fazer uma lista dos sites, finalmente temos alguns números. Segundo o IBOPE Nielsen Online esse segmento chegou a registrar 5,6 milhões de usuários únicos durante o mês de Setembro, o que corresponde a 14% dos usuários de internet do período. Isso depois de ter contabilizado 1,7 milhão de usuários únicos em Junho.

O crescimento foi assustador, de 1,7 milhão de usuários únicos de Junho, em Julho esse valor foi para 2,9 milhões e em Agosto foram 4,3 milhões. O crescimento desde o mês de Junho foi de 231%. A faixa etária predominante nos sites de compra coletiva é de 25 a 34 anos.

Os usuários únicos crescem, e rapidamente os serviços também. Alguns começam cobrindo algumas capitais principais, e logo já dominam grande parte do país. O mais novo player, depois da entrada da editora Abril no mercado, é da ClickRBS, o Desejomania. Os planos são de cobrir em breve as cidades de Florianópolis e Curitiba, e até o final do ano alcançar o Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília.

“O modelo baseado no poder da compra coletiva está em expansão no mundo inteiro e vem atraindo audiência, gerando incremento de vendas às empresas e valor aos consumidores,” afirma Luciana Ribeiro, diretora de Desenvolvimento de Novos Negócios do Grupo RBS.

Gabriel Casara, gerente da Unidade de Mídias Digitais do Grupo RBS, explica o diferencial do site:

Um dos principais diferenciais do Desejomania é o uso da ferramenta de análise desenvolvida pelo Massachusetts Institute of Technology, que avalia o comportamento do consumidor, o melhor dia para a oferta, desconto praticado e preço para otimizar o sucesso da oferta.

Fonte original: Read write web


Menu Drop-Down sobrepondo um Banner Flash

Depois de quebrar a cabeça tentando fazer um menu CSS (layer) sobrepor um banner em flash, descobri dois simples comandinhos que resolveram os problemas….

Pronto. Basta colocar esses comandos no código que insere seu banner.

param name=wmode value=transparent

e dentro do Embed: wmode=transparent


Custo de um novo e-commerce

O custo é fundamental para determinar a viabilidade de um negócio. O que você precisa considerar na hora de imaginar o seu próprio e-commerce? Baseados num artigo do e-commerce.org, esclarecemos os quatro pontos fundamentais para o e-commerce – e como avaliar os custos envolvidos na operação.

1. Foco, nicho e estratégia
Antes de começar qualquer negócio, escolha o seu nicho. É impressionante, mas a melhor dica é a mesma que se dá a blogueiros: trabalhe em algo que gosta e que conheça muito bem. Isso não só facilita na escolha dos produtos, como permite a você mesmo criar ótimo conteúdo, diferente de tudo o que já existe, e lhe garantirá, com o tempo, melhor posição nas buscas.

Escolhido o foco, é preciso fazer um bom plano de negócios (SEBRAE ajuda muito nestas horas, há muito material à disposição por lá) e preparar-se para começar a trazer o seu negócio para o mundo: você vai precisar de funcionários; fornecedores; estruturar a logística e a abertura de empresa – não necessariamente nesta ordem, sabemos.

2. Implantação e manutenção do seu comércio eletrônico
Uma loja virtual é composta por um conjunto de sistemas – programas – que permite expor seus produtos, captar pedidos, receber pagamentos e enviá-los ao consumidor. O ideal é que esta plataforma lhe permita gerenciar todos os processos do negócio – divulgação, promoção, venda e entrega.

O ideal é contratar um especialista para orientá-lo. Há diversas plataformas – Magento, OsCommerce, PrestaShop – que, mesmo gratuitas, exigem conhecimento e técnica para serem configuradas a contento – e gerar o retorno necessário. Fato é que uma boa loja online custará quase o mesmo que abrir uma loja física. E não vale desanimar por conta disso.

Sempre leve em conta que a internet exigirá manutenção, renovação, conteúdo. E que existem bons fornecedores para todos os tamanhos de negócio. Por isso o primeiro passo é fundamental: saiba exatamente o que vai precisar – hospedagem, banda, produção de textos e fotos, por exemplo – e, a partir daí, compare os custos. E, sim, você pode começar com uma solução mais em conta e depois fazer a transição para um sistema complexo.

3. Entrega: o elemento mais sensível do e-commerce
Na internet, a grande graça para o comprador é receber o que pediu o mais rápido possível. A logística – processo de embalar, despachar e entregar ao cliente com segurança e no prazo – é, portanto, tão importante quanto a sua conversão de vendas. O custo de entrega está diretamente relacionado às características do produto (como peso, dimensão ou se o produto é perecível) e varia muito.

O maior prestador desse serviço são os Correios, mas novas empresas estão entrando nesse mercado e a tendência, com o aumento da concorrência, é a melhora nos custos. Atualmente, a compra de um livro de R$ 24 no Submarino gera custos de R$ 7,40 para a cidade de Birigui, no interior de São Paulo, e de R$ 15,40 para Manaus. Este fator é um diferencial principalmente para quem trabalha com produtos de baixo valor unitário.

4. Custo financeiro
Claro que o pagamento no e-commerce será por meios digitais. Há custos, sempre – aqui noPagSeguro, quanto maior o seu volume, menor o porcentual de desconto. Além disso, há os impostos, que sempre devem ser levados em conta.

Planeje-se e faça bons negócios.

Fonte: Blog PagSeguro


Google TV: uma espiada no futuro

Conteúdo originalmente publicado pelo Gizmodo

Em 2010, a sensação é que todo mundo quis invadir a sua sala de estar. A maioria das empresas começou a invasão com caixas de streaming, mas o Google quer colocar um computador de verdade na frente do seu sofá. É como um Android, só que para sua TV.

Porque é importante

A maioria das empresas de streaming de conteúdo está basicamente tentando imitar o que eles acham que você faria ao plugar um computador na TV: streaming de vídeo, visualização de fotos, compra de seriados, filmes e músicas. O Google foi além e colocou toda a experiência do computador ? navegador e aplicativos ? no esquema. Esteja você usando oset-top box da Logitech, ou uma TV engooglada da Sony, a sensação é de estar vendo uma fresta do futuro, onde as diferenças entre o que você faz num computador ou num set-top box na frente de sua TV serão muito pequenas.

Usando

Conectando pela Internet TV, da Sony, ou na caixinha mágica Revue, da Logitech, a interface básica do Google TV é a mesma. Quando você a abre, há barras verticais indicando onde ir, como aplicativos, páginas da web em destaque e várias outras opções de conteúdo da internet. Claro, há acesso imediato pelo browser também. A ideia é bem direta porque você basicamente usa o navegador para fazer tudo, mesmo que o Google tente escondê-lo de você boa parte do tempo.

Clique aqui para ver dois vídeos do Google TV em ação no Gizmodo americano

Levando em consideração que o hardware disponível agora é o equivalente a um netbook ou um nettop de 2008, a performance do sistema não é ruim ? a visualização de vídeos não é cheia de soquinhos, e as máquinas respondem ao comando com um pequeno lag. A coisa não será tão rápida quanto seu desktop ou laptop de última geração, mas o sistema só fica lento mesmo quando você faz muitas coisas ao mesmo tempo, basicamente no multitarefa. Mas, oras, entenda de uma vez: isso tudo na TV. DENTRO da TV! E é possível fazer chats com vídeo pela TV pela caixa da Logitech.

Gostamos

A arte de encher de QI sua televisão com conexão a internet que inclui Netflix (apenas para os americanos), Amazon e YouTube. E o cérebro só irá aumentar quando a loja de aplicativos do Google TV chegar, recheado de boas pedidas, como o VLC, jogos, Skype etc.

Disponível em conjunto com a set-top box ou apenas na TV mesmo, o Google e seus parceiros cobrem boa parte dos possíveis compradores. Quer uma adição monstruosa ao seu sistema de home theater e TV superpoderosa da sala? A escolha é o Revue, da Logitech. Quer algo mais independente e minimalista para ser a TV da sala ou do quarto? Internet TV, da Sony, disponível (por enquanto só nos EUA) em vários tamanhos, já que dá acesso aos aplicativos básicos e mata a urgência do tipo “eu preciso ver isso na internet nesse exato segundo”.

Apesar de ambos terem um controle remoto próprio (o nerd dentro de mim amou o controle entupido de teclas que vem no Revue), você pode usar seu Android como controle remoto de forma bem simples e efetiva.

Não gostamos

Como essa coisa é um computador, você tem que usar um controle remoto separado, ou seja, nada de controles universais. Com os aplicativos chegando em massa no Google TV em 2011, a sensação é que ele é uma faxineira que não limpará seu banheiro. Ter um navegador é ótimo para abrir as informações de House na telona enquanto vê o seriado mas, nos EUA, canais como a ABC, CBS e NBC, três dos maiores canais do país, já bloquearam seus sites para acesso via Google TV, eliminando grande parte dos seriados gratuitos disponibilizados na web. Porém, como a tendência é que esses canais façam seus próprios aplicativos, o problema deve ser resolvido em breve.

Outra questão, que também envolve o fato do sistema ser um computador, é que o ciclo de atualização de sua TV será muito mais veloz. Hoje, sua TV só fica obsoleta se ela não for full HD ou 3D. Agora, ela ficará obsoleta se não puder rodar a próxima versão do Google TV/Android. E isso é algo a levar em consideração quando você estiver na dúvida entre um televisor ou um set-top box do Google TV.

Veredito

A experiência como um todo do Google TV é bem sólida mas, hoje, é difícil argumentar que vale a pena gastar U$300 num aparelho, quando há modelos de U$100 e U$150 da Apple e da Roku, que têm experiências bem próximas. Porém, como estamos com um olhar no futuro aqui, nós estamos otimistas com a possibilidade do Google TV deixar para trás as outras caixinhas de entretenimento quando os aplicativos chegarem à plataforma.

Se nós compraríamos isso? O pessoal do Giz americano diz que sim, mas apenas no ano que vem, quando a coisa realmente ferver. E nós, do Giz brasileiro, avisamos desde já que não adianta nada comprar o brinquedo lá fora: não há previsão de chegada oficial do Google TV por aqui e as empresas de conteúdo ainda devem estar engatinhando na criação dos aplicativos de conteúdo para nós. Se o Google TV é realmente uma visão do futuro, levaremos a ideia ao pé da letra e esperaremos um bocado para vê-la em ação.


Me vê um site especial de carne com Twitter, por favor!

Fonte: iMasters

Agora tudo é pedido com a maior naturalidade, como se você estivesse em uma feira – frente à frente ao programador – e aqueles vários sites fritando no óleo quente.

Brincadeiras à parte, por mais que desenvolver sites seja “commodities”, dá muito trabalho fazer algo com qualidade e que agrade em demasia quem vai navegar, quem desenvolve e quem compra o serviço. Um bom projeto Web tem, no mínimo, quatro fases maiores.

Confira essas etapas em detalhes:

Planejamento

Muitos ainda acham que durante esta fase ninguém trabalha, no entanto, planejar é entender o público-alvo, definir objetivos, estratégias e a tecnologia a ser utilizada. Conforme diz sabiamente Steve Krug no livro “Não me faça pensar”, em vez de ficar discutindo o que o usuário prefere na interface (ou o que cada um prefere), é melhor fazer testes como usuários potenciais.

Geralmente, nesse momento, deve-se contemplar um bom briefing e muito estudo, pois daqui sairá toda a forma de navegação do projeto que é chamada de wire-frame – podemos citar este modelo como exemplo. O wire-frame/planejamento norteará todas as próximas fases, ou seja, é o melhor momento de errar, corrigir, revisar e corrigir novamente.

Criação

Os feios que me perdoem, mas ter um site bonito é fundamental! Mas, bonito pra quem? Isso não é gosto pessoal? Com base no que foi feito anteriormente, aqui os designers de plantão podem “viajar”, criar um conceito mirabolante, pintar, desenhar imergir no mundo da “arte for web”. É bom lembrar que, para criar, todos os padrões de usabilidade devem ser colocados em prática, pois sabemos que não adianta ter o site mais lindo do mundo sem uma comunicação efetiva e estimulante para o usuário.

Programação

Mãos à obra! Agora é o momento de pegar tudo aquilo que foi feito até agora e codificar. Sim, você entendeu certo: transformar a mais bela arte em código não é uma tarefa nada fácil e exige uma trabalhão!

Nesta etapa é importante uma ótima sinergia entre programadores e criadores, já que é um momento em que tudo tem que se transformar em páginas navegáveis, com menus funcionais, animações bem feitas e tudo abrindo corretamente em todas as últimas versões dos navegadores existentes. Pasmem, um bom programador (ou uma boa equipe de acordo com o tamanho do projeto), deve testar todo o site em browsers diferentes e se certificar de que tudo correu bem.

Homologação e publicação final

No ambiente de aprovações, o projeto é passado por uma bateria de testes, correções e até mesmo um pente fino no conteúdo para chegar ao tão esperado momento de colocar o site no ar.

Parece fácil? Bom, pra quem trabalha com isso e conhece de verdade, entende como deve ser valorizado um projeto com qualidade. Programadores, designers, redatores, arquitetos de informação, “searchs”, “motions” etc. sabem que, pra fazer bonito, é necessário muito estudo e experiência.

Lembre-se: na próxima vez em que for à “feira”, considere que existe um prazo razoável para o site ficar pronto com qualidade, pois todo mundo conhece a história do “barato e rápido que saiu caro”. Afinal, bons profissionais devem ser muito bem remunerados, e isso não muda em nenhuma área.


Navegação móvel cresce 57%

De acordo com um levantamento da Berg Insight, a navegação na internet por dispositivos móveis registrou um crescimento de 57% em relação ao ano passado.

O aumento começou quando as pessoas começaram a migrar para plataformas como Android e iOS 4.

O estudo também apontou que, na primeira metade de 2010, o uso da navegação móvel cresceu 60% em relação ao mesmo período de 2009.

Além disso, a pesquisa apontou que a base de assinantes deve ter um crescimento annual de 33,1%, chegando a 195 milhões usuários em todo o mundo em 2015.

O crescimento é impulsionado por dispositivos com GPS e por preços atrativos.

Nos EUA, onde a penetração de dispositivos com GPS chega a 70%, serviços de navegação para dispositivos móveis já chegam a 8% de toda a base de assinantes do setor.

Com informações de Techradar


AOL quer adquirir Yahoo!

Fonte: Tecnoblog

O mercado de internet norte-americano anda bem agitado. Primeiro, a AOL anunciou a compra do TechCrunch, blog que é referência para quem faz jornalismo de tecnologia. E agora a mesma AOL planeja comprar um dos principais buscadores do mundo. O Yahoo! está na mira da gigante de mídia americana, afirma o jornal Wall Street Journal.

Para abocanhar o Yahoo!, a AOL conta inicialmente com a ajuda de empresas de capital de risco. Tanto a Silver Lake como o Blackstone Group também estariam envolvidos na negociação, a fim de bancar o negócio. Dados recentes indicam que a AOL tem um valor de mercado equivalente a um décimo do Yahoo!, de 10 bilhões de dólares.

De acordo com o WSJ, ainda não houve negociação direta entre a AOL e o Yahoo!. E mais: isso pode chegar a nunca acontecer, dada a natureza da operação que a AOL e as empresas de capital de risco estão tentando fazer. Em um dos cenários mais complicados, o site chinês Alibaba compraria de volta os 40% da empresa que atualmente pertencem ao Yahoo!. A ideia é se desfazer de propriedades do portal antes de efetivamente comprá-lo; aí, sim, por um valor menor.

Não custa lembrar que nos tempos de acesso discado à internet, a AOL associou-se ao grupo Time Warner, constituindo uma dos maiores e mais poderosos conglomerados de mídia do mundo. O acordo foi desfeito há poucos anos, quando AOL voltou a operar de forma independente da Time Warner.


W3C pede cautela no uso do HTML5

O W3C, consórcio internacional que visa a desenvolver padrões para a criação e para a interpretação de conteúdos para a web, considerou que o HTML5 ainda não está pronto para ser distribuído em aplicativos web.

Apesar de empresas como Microsoft, Google, Apple, Mozilla e Opera já terem adicionado algum tipo de suporte ao HTML5, a W3C alega que ele ainda não está maduro o suficiente, nem possui suporte adequado para uso geral.

De acordo com Philippe Le Hegaret, do W3C, a maioria das implementações atuais referentes ao HTML5 nos navegadores está em versões beta, e as APIs, assim como a compatibilidade com cross-browser, ainda estão aquém do necessário para serem implementadas nos sites. Para ele, o HTLM5 mudará as regras do jogo, mas, por enquanto, o Flash e o Silverlight são opções melhores até que as funcionalidades do HTML5 possam ser apropriadamente suportadas.

A Apple vem forçando o suporte ao HTML em prol do abandono ao Flash em seus dispositivos, mas o W3C não acredita que seja hora de aposentar o Flash. O consórcio espera que o HTML5 esteja pronto na metade de 2011 e espera que ele seja aprovado em dois ou três anos.

Segundo Le Hegaret, há várias falhas na nova especificação HTML, como ausência de codecs de vídeo, de suporte a DRM e de ferramentas de autoria.

Com informações de Neowin.net


 
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